Epilepsia tem cura?

A epilepsia é uma doença neurológica crônica caracterizada por crise epilépticas que tendem a se repetir quando as pessoas não são tratadas. A definição clássica requer pelo menos duas crises não provocadas com um intervalo de pelo menos 24 horas entre as crises para se estabelecer o diagnóstico da doença epilepsia. Isso quer dizer que um diabético pode ter uma convulsão por hipoglicemia mas não será epiléptico por isso. É preciso que a pessoa esteja livre de causas externas como drogas, medicamentos, doenças graves, infecções, alterações de eletrólitos para que possamos considerar a crise como um sinal da doença epilepsia. Uma vez feito o diagnóstico, a maior dúvida dos pacientes é por quanto tempo deverão tomar medicação e se algum dia ficarão curados.

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A palavra SUDEP é uma sigla para Sudden Unexplained Death in Epilepsy que se traduz como Morte Súbita Inexplicada em Epilepsia. O risco da ocorrência desse evento catastrófico é muito baixo, mas é um dever do médico informar os pacientes e familiares sobre essa possibilidade.

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Será que alguém ainda acredita que o contato com a baba de uma pessoa em convulsão pode transmitir a epilepsia? Provavelmente não. Mas ainda vejo aqueles que ao presenciarem uma crise epiléptica, incontinentes, tentam abrir a boca do pobre doente para evitar que venha a “engolir a língua”. Também há aqueles que seguram a pessoa para que ela não se debata muito... ou pior, os que fogem(fazendo o sinal da cruz) assustados com o grito ou a respiração estertorosa durante uma convulsão. Vamos então esclarecer alguns pontos importantes para desbastar o preconceito que envolve essa patologia e, talvez, estimular um pouco mais a solidariedade aos que passam por essa situação.
Por uma questão de objetividade, vou escrever no formato de FAQ e os que desejarem acrescentar comentários ou levantar mais perguntas, fiquem à vontade.
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